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Entrevista a:

Christopher Beppler [crbeppler] 


DESIGN
Qual é sua especialidade?
Sou formado em Design de Produto, e com a versatilidade que este curso oferece, eu atuo muito na área de design gráfico, a algum tempo me envolvi com direção de arte e estou gostando e aprendendo muito com profissionais do meio. A 11 anos estou envolvido diretamente com produção gráfica para catálogos, anúncios, pontos de venda, eventos e confecção.
Podemos ver seu portfólio online?
Condensado: www.chrisbeppler.carbonmade.com Extenso e com todo o tipo de produção: www.chrisbeppler.blogspot.com
O que você acha interessante no design?
Para mim o mais importante é proporcionar solução, gosto de receber o desafio, observar, verificar as possibilidades e desenvolver a melhor solução ao meu alcance para o problema sugerido.
Sua trajetória profissional?
Envolvido com venda de materiais serigráficos, desde pequeno queria me tornar arquiteto, porém depois de conhecer as cutters na metade da década de 90, decidi partir para o design, trabalhei com sinalização de depois em uma house de uma marca de confecção e acessórios para skate, fazendo arte final, desenho de roupas, estampas, embalagens, catálogos, entre outros. Trabalhei também em setores administrativos de empresas ligadas a familia e no setor de marketing de uma companhia por 3 anos, prestando suporte para o setor comercial, tanto com design, quanto gerenciamento e efetivação de feiras, eventos e convenções. Skatista desde a adolescência, hoje sou diretor financeiro da Confederação Brasileira de Skate a www.cbsk.com.br e viabilizo e dou suporte para eventos com o X-Games Brasil e Megarampa.
Qual é sua motivação? O que faz você acordar com entusiasmo de manhã?
Durmo tarde, acordo cedo, gosto de produzir o tempo inteiro, transformando idéias o tempo inteiro e assim, criando o tempo inteiro. O que me faz acordar com entusiasmo é saber que todos os dias são diferentes e que tudo que imaginei durante o tempo inteiro, pode ser colocado em prática.
Como você define seu estilo em design?
Minimalista, com muito a evoluir, muito mesmo. Que alia o comercial e a vivência a necessidade do cliente.
Como você promove e vende seu trabalho?
Não me preocupo muito com isso, inclusive deveria fazer isso com muito mais intensidade. Hoje somente através dos meus portfolios virtuais e respondendo a e-mails para vagas de emprego.
Que novas áreas você gostaria de experimentar?
Me aprofundar mais na área de marketing esportivo e de eventos, aliando o Design + tino comercial e vontade de trabalhar.
Formas, cor, conceito, por onde você costuma conceber um design?
Briefing, pesquisa, análise de similares, conceito, geração de alternativas e lapidação, acredito que essas são premissas para um ótimo trabalho.
Quais são suas fontes para se documentar e gerar idéias?
Hoje em dia, basicamente muita internet, exposições, matérias, revistas e a geração sempre feita no Papel e depois digitalizada.
Que festivais ou prêmios de sua especialidade você acha mais interessantes?
Não ligo para prêmios, acho que o design social é muito mais importante e muito menos valorizado, infelizmente.
Qual é seu tipo favorito de cliente?
A Maiorias das pessoas que atendo, são pessoas autônomas, pequenas entidades, que estão passando a dar valor ao design, valorizando suas marcas, visual e produtos.
Até certo ponto, é lícito copiar?
Transformar eu diría, eu como designer de produto, sofro com as falta de vagas no mercado brasileiro, pois diversos empresários preferem comprar o design pronto do exterior e apenas reproduzir no Brasil. Assim como diversos setores da econômia que podem utilizar os designers para planejamente, implantação e gestão, e muitas vezes não conseguem enxergar isso.
Coisas que você detesta ver em um design
Odeio Micreiros, e odeiam que confundam artesanato com design.
Você acha que as novas gerações são melhores fazendo design?
Acho que faz parte da evolução natural, muito mais bagagem adquirida por ter acesso a tudo que já foi feito, você encontra muito mais problemas resolvidos, porém o design dos anos 50/60 e 70 para mim são o grande passo para a fixação do design no cotidiano do ser humano.
Para que tipo de cliente você se negaria a trabalhar?
Falsificadores.
Como você calcula o orçamento para um projeto de design?
Mão de obra por tempo trabalhado, um coeficiente que embute, telefone, luz, água, alimentação, combustível, entre outros.
Que profissionais de seu setor -contemporâneos ou históricos- são os que você mais admira?
Philip Stark, Guilherme Bender, Fabricio Costa e Sergio Marcelo Pacheco "Mortex".
Que aplicações de software são as que você mais usa para seu trabalho?
Pacote Adobe Suite e Sketchup
Até que ponto seus designs refletem sua personalidade?
Pouco, procuro mais refletir a necessidade do cliente.
Como você distingue o passageiro e o real nas novas tendências?
Levo muito a sério, infelizmente é o que move o cliente, ele vê o novo e quer algo nos moldes, acho super importante, conseguir falar a mesma língua que ele e por isso, não existe passageiro para mim, e tudo é real em relações a tendências.
Se não fosse designer, o que você estaria fazendo?
Trabalhando com formatação e execução de eventos.
Que trabalho ou projeto seria seu sonho neste momento?
Melhorar em todos os aspectos a Confederação Brasileira de Skate, e trabalhar com design gráfico e/ou diretor de arte em São Paulo/SP.
Você se vê nesta profissão daqui a vinte anos?
Sim. Porém, não somente, fazendo isso. Sendo mais versátil.
Que portais online de design você freqüenta?
Nenhum, me indica algum?
 

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Christopher Beppler
São Paulo-Brasil


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© Christopher Beppler
Endereço web desta entrevista:http://www.whohub.com/crbeppler

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