Entrevista a:Gaspar João [gasparjoao]
INTERPRETAÇÃO
 | Como foram seus inícios na interpretação? o meu início na interpretação, foi desde os 8 anos na escola, quando comecei a contar histórias na turma e havia um grupo de jovens organizados pelas escola convidou-me para fazer parte do mesmo e daí nunca mais parei |
 | Em que momento você chegou à convicção de que poderia se
profissionalizar na interpretação? Quando tive a primeira oportunidade de fazer TV aos 12 anos num filme em angola. |
 | Um endereço na Internet onde possamos ver algo sobre você? anteriormente não fazia resistos so hoje é que comei a dar importancia aos registo
mas tenho alguma coisas registadas em imgens em http://gasparjoao.skyrock.com ou em http://gasparjoao.blogs.sapo.pt |
 | Os trabalhos mais importantes ou definitivos em sua carreira Peças de Teatro como: A Casa da Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca, O Actor-Mentado, Sonho de uma noite de verão, Alegre história de portugal em 90, Migração-Migra e etc.
Filmes e Novelas: Comboio da Canhoca, Mistério da estrada da Linha de Sintra, Novela a Outra, Heave or Hell, Trafico de Mulheres e etc. |
 | Algumas interpretações famosas que lhe serviram de referencia em sua evolução Sonho de uma noite de verão no Teatro Nacional Dona Maria II , casa da bernarda alba no Teatro Bocage e teatro são João no Porto, filmes: Mistério da Estrada da Linha de Sintra, Novela a Outra, Comboio da Canhoca |
 | Três atores e três atrizes de que você goste Rui de Carvalho, Daniel Martinho e Angelo Torres
Atrizes: Carla Galvão, Susana Vitórino e Mina Andala |
 | Que classe de preparação psicológica, física e emocional você faz antes de uma atuação? Faço exercícios de aquecimentos, corpo, mente, voz, relaxamento psicológico e corporal, dicção e etc. |
 | Qual é seu critério para selecionar projetos? O meu critério é enfrentar novos projecto e ambiciosos. Costumo dizer que na minha carreira ganhar Óscares, não é um troféu mas sim: um projecto aberto, complicado e com muitas barreiras psicológica para frente, para que o actor possa crescer em todos os sentidos. E como encenador, gosto desafiar-me em fazer coisas que me deixam a pensar como poder realizar um ou montar um espectáculo como deve ser. |
 | Que tipo de comunicação você costuma estabelecer com os diretores? É uma comunicação directa, justa, com muito respeio, alegria e sobre tudo vontade de de levar as coisas endiante. |
 | Qual é o arquétipo de personagem no qual tendem a encaixar você? Normalmente são personagens com muita energia, físicos, com acrobacia e muito movimento corporal, drama, personagens com problemas psicológicos e com um certo nível de cómico... |
 | Há algum papel que haja tido uma dificuldade especial para você? sem duvidas que já encontrei dificuldades, é com dificulades que me torno cada vez mais bom actor porque aí dedico-me inteiramente.
Considero a não haver graça quando o papel não tenha dificuldades, porque só com dificuldades que nós os actores crescentamos o nosso nível de representação. |
 | Você se vê nesta mesma profissão daqui a vinte anos? Com certeza vejo-me até pelo ou menos daqui até os meus 150 anos mas sempre nos palcos, câmaras ecrãs. |
 | O que você faz para matar o tempo de espera nos castings? Descontraír, preparar melhor o casting, fazer exercícios de aquecimentos, voz, mente, rever o texto e construír uma personagem adequada. |
 | Você continua se formando em aulas, seminários ou cursos, e o combina com sua atividade? Continuo a tentar aprender mais, acho que ninguém atinge a perfeição como actor.
Sempre que tenho uma nova oportunidade vou fazer um workshop ou algo que me engrandeça como actor. E também como professor e encenador tento pesquisar sempre, ter conversas com pessoas mais experintes do que eu, ver espectáculos, ir as palestras etc. até porque os grandes actores têm que aprender com estes novos actores que vão a surgindo, dado algumas experiencias ou tecnicas que eles trazem serve sempre para erriquecer-nos. |
 | Há algum papel fetiche que você não tenha interpretado ainda e tenha vontade de fazer algum dia? Sim. drogado, serial killer e Vilão |
 | Descreva o melhor e o pior, segundo sua experiência, de cada meio: cinema, teatro, televisão. Cinema- o melhor no cinema é o trabalho feito com muita precisão, o estudo e dedicação exaustivos das personagens, dando a capacidade ao actor de se preparar bem para desempenhar as suas cenas e o seu papel. O pior sao as oportunidades para o fazer.
Teatro- o mlhor do teatro é que me profissionaliza e ajuda-me a ter uma capacidade de percepção anivel de representação, trás-me emoções, contracena, o actor tem a oprotunidade de as aprefeiçoar diariamente. Pode crescer bastante desde a estreia, até ao ultimo espectáculo. O pior sao as falhas de memoria (brancas), truques falhados, nervos e falta de confiança a interpretar ao vivo.
Televisão- O melhor é a variedade, o crescimento do numero de produções e canais, tambem o ambiente que se vive nas filmagens, normalmente é optimo,a nivel diario, numero de cenas e a quantidade de texto para decorar.
O pior é o trabalho nele consiste. |
 | Há alguma cena ou personagem que você não interpretaria nunca por questões morais, princípios ou simplesmente tabus pessoais? não especificamente poderá acontecer é não me sentir confortavel em por exemplo cenas de nudez. |
 | Você poderia dizer que suas ferramentas de ator pertencem a uma escola ou método concreto? Não. As minha ferramentas sao um conjunto de métodos diversificados que aprendi e continuo aprender nas escolas da vida, escolas profissionais e não, encenadores, professores, realizadores, amigos e conhecidos. Tento pôr em pratica o melhor que aprendo com e em cada sector. |
 | Que diretor você gostaria que lesse esta entrevista? Que classe de papel você gostaria que ele lhe oferecesse? A quem quizer ler. Gostaria protagónizar numa longa metragem. |
 | Você pensou alguma vez em deixar a profissão? Em caso afirmativo, quando? Por que motivo? Não... nunca me passou pela cabeça tentar disistir de ser actor, cada vez ganho mais luz para realizar outras coisas tipo ser realizador um dia. |
 | Uma razão pela qual fazer este trabalho Sim... pelo amor que tenho por ele, terapia que é na minha vida, prazer de interpretar diferentes tipo de personagens e a inteligencia que nela mo traz |
 | O que você sente quando as pessoas o reconhecem pela rua? Sinto-me bem. e dâ-me mais força de querer ser actor e fazer as coisas com perfeição.
porque no meu lema pessoal, não gosto de ser reconhecido apenas por aparecer, mas pelo que desenpenho e se faço ou não com perfeição.
porque ao longo da vida fui e vou aprendendo a não ser reconhecidos apenas por ser um actor de tv, cinema ou teatro mas o que mo faz ser actor. |
 | Que conselhos você daria a alguém que quer começar na interpretação? A conselharia trabalhar muito, ser ambicioso não pelo dinheiro, mas pelo que nos possa trazer o dinheiro. E pensar também que não se é actor por ser. É se actor pelo trabalho esforçado que o actor tem. Mas que vale sempre apenas ser. Não só para sermos reconhecidos rua, sermos famosos mas no que nos traz de bom fisicamente e psicológicamente. |
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