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Entrevista a:

Gerson de Morais [gdm] 


ESCREVER
Como você começou a escrever? Quem lia para você ao principio?
Por interesse científico. Tenho aspirações de inventor, e me interessei desde cedo por física teórica. Nunca leram para mim. Eu procurava livros em sebos e lia desde ficção espacial a astronomia profissional - mas sempre dando preferência para livros que tratassem dos desafios da humanidade em relação a ciência cósmica (cosmologia), cosmonáutica e tecnologias relacionadas.
CIÊNCIA
O que você investiga? Qual é o núcleo de sua investigação?
Propagação ultraveloz de naves espaciais. Controle da inércia.
Você tem algum link onde possamos ver algo sobre você, ou sobre o centro onde você trabalha?
Não. Mas posso enviar minha tese via email. O Tratado da Luzcinética contém cindo postulados, que objetivam essencialmente o deslocamento de espaçonaves em velocidade ultraluz, e a forma de obter a energia necessária.
Qual é sua formação? Que experiência de trabalho tinha antes disto?
Ensino fundamental incompleto. Mas sou autodidata em física teórica (Mecânica Clássica e Relatividade). Nunca tive a oportunidade de trabalhar oficialmente nisso.
Você era muito estudioso no colégio?
Não. Eu era muito estudioso em casa.
Que tipo de tecnologia você está usando para sua investigação?
Como o meu trabalho é na área da física teórica, a tecnologia que eu posso usar são os livros, a minha calculadora científica e o word do meu computador. A técnologia que mais uso no meu trabalho se chama cérebro.
Que classe de experimentos você desenha, como se documentam as conclusões?
Na física teórica não existem experimentos, só teoria.
Em caso de concluir com sucesso sua investigação, que aplicação prática teria na vida cotidiana?
Viagens interestelares ultra-rápidas. Aviões super rápidos, capazes de alcançar 1000000 km/h e realizar manobras impossíveis para os aviões mais sofisticados de hoje em dia.
Como é um momento "eureka"? Como o vive?
Um momento de descoberta é um estímulo para continuar com o trabalho com mais disposição. E também é um momento de sonhar um pouco.
Quais são os aspectos mais difíceis de seu trabalho?
Por exemplo, ter que reescrever a tese inteira depois de uma nova descoberta, e a solidão, pois não tenho ninguém com quem compartilhar o meu trabalho.
Que publicações você realizou?
Ainda não fiz nenhuma pubicação. Apenas distribuí alguns cds contendo as 45 páginas tamanho A4 com o meu Tratado para alguns professores de física, há algumas semanas, mas alguns já disseram que o que eu escrevi está além da capacidade deles. Outros ainda não se manifestaram. Também enviei via email uma cópia do meu Tratado para o Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores, mas parece que a matemática e a física da minha tese está um pouco difícil para os ufólogos, pois ainda não me responderam.
Deve haver mais financiamento público para a investigação científica?
Acredito que boas teorias, se são boas o suficiente, trarão o financiamento necessário, independente se público ou privado.
Qual é sua posição pessoal sobre o uso de animais na investigação científica?
Antes de se testar uma máquina experimental, por exemplo, melhor fazê-lo com um animal do que com um ser humano. Mas é claro que não queremos simplesmente sacrificar os animais ou fazê-los sofrer.
Como você explicaria brevemente a diferencia entre a lógica comum e o método científico?
Se o método científico não se utiliza de lógica comum então do que ele se utiliza? De lógica especial, superior ou divina?
O que é ciência e o que é pseudociência? Quem o decide?
Ora, que pergunta fútil, não? Sou autodidata, mas ainda assim sou cientista!
Qual é o papel da criatividade na metodologia científica?
Criar novos métodos ou aprimorar os já existentes.
Qual é a pergunta científica mais intrigante que você gostaria de ver resolvida em vida?
Para mim a pergunta mais intrigante já foi respondida.
Que explicação científica a espiritualidade tem? Religião e ciência são incompatíveis?
A espiritualidade é assunto de tão elevada tecnologia que para nós essa tecnologia pareceria magia. A incompatibilidade entre ciência e religião está no fato de que toda tecnologia superavançada, ainda desconhecida da ciência ou da religião, para a ciência, vai parecer loucura, e, para a religião, vai parecer milagre.
Há alguma área de conhecimento que seja moralmente inaceitável para você?
Não. Mas isso não significa que eu concorde com todas.
Deveria se estudar a ciência de outra maneira nas escolas?
Ciência nas escolas? Em que nível?
Qual é a melhor maneira de difundir a ciência nos meios de comunicação?
Com o progresso de boas e grandes descobertas.
Por que dois ou mais cientistas chegam freqüentemente simultaneamente ao mesmo descobrimento?
Por que existe uma inteligência cósmica, ou, em outras palavras, a ciência é universal.
Qual é o sentido da vida? Tem uma resposta científica esta pergunta?
O sentido da vida é viver.
Investigar é viver na fronteira do conhecimento. Você pode explicar essa emoção?
Não há emoção na fronteira do conhecimento, pois ciência está relacionada com a razão, não com a emoção. O que pode haver na fronteira do conhecimento é satisfação intelectual.
Que tipo de projeto de investigação seria seu sonho nestes momentos?
A experimentação da minha tese.
Um conselho que você possa dar a quem queira introduzir-se neste campo?
Mantenha a mente aberta.
 

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Gerson de Morais
Blumenau - Brasil


[gdm] Gerson de Morais

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© Gerson de Morais
Endereço web desta entrevista:http://www.whohub.com/gdm

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