Os conflitos internos são grandes geradores de força criativa, se tivermos propensão para a Arte. Acho que quando escrevemos ou realizamos outra manifestação artística o fazemos para salvarmo-nos de nós mesmos. Somos algo intrincado, confuso, estranho, e a Arte é a vazão aceita pela Sociedade [ainda bem!] para extravasarmos um pouco da perigosa bomba atômica que mora em nosso interior. Penso que o impulso criador é como uma ejaculação colorida de algo que já não cabe mais em nós e precisa de ar! |