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Entrevista a:

Renato de Melo Medeiros [renatodemelomedeiros]



ARTE
O que você faz? Como você se define?
Um novo mundo! Estou emocionado...

Sinto e lavoro, esta é minha métrica.
Qual é sua mensagem?
Socialise-se ambientalmente,
não existe mais motivo para tanto...

LUXO É LIXO! LIXO É LUXO!
Sua biografia em quatro linhas
Menos
é
sempre
mais...
Jóia!
Você publica seu trabalho na rede? Onde podemos vê-lo?
Como nasce uma idéia? O que é para você a inspiração?
... passado, minha ação, nossa aventura, meu pássaro...
Que papel tem a tecnologia em seu processo criativo?
...estamos experimentando, dizem que lascaux está...
O que é arte?
;.,AçãO,.:
Em que circunstancias você tem as melhores idéias?
...limpo sentindo as arestas...
Como você corrobora se uma idéia é boa?
...sentindo. Se sinto é legal...
Três idéias criativas que você gostaria que tivessem sido suas.
...meu peso a humanidade...
Quando e como você começou a ver você mesmo como artista?
... compraram-me...
Por que tantos artistas e criadores têm personalidades voláteis?
...por sugestão...
Você se considera pós moderno?
... pois, co-temporaneo...
Como uma obra artística deve ser avaliada?
... pelo preço, relevante a ...
O artista deve se reinventar a cada dia?
... obrigatoriamente...
Que artistas você admira e de que maneira têm influência em sua obra?
... Leonardo, Marcel, Andy, Francis, Daniel, e alguns anônimos... melhoram a tradição...
Qual é sua opinião sobre os subsídios públicos para a arte?
... Irresponsabilidade, ou seja, falta de habilidade...
A arte autêntica é a arte necessária?
...Certamente, seria a unica não fosse a ideia da arte...
Você sofre ao se desprender de uma peça que tenha vendido?
... nosso espaço recebe, minha arte oferece...
Ao comprar a obra, estamos mais que nada comprando o artista?
... Logicamente que prefiro minha criação em Astrix, que abortada...
Para a arte não há guia. Como você sabe qual é a próxima coisa a fazer?
...Sinto,,,
O que você acha de que grande parte das obras de arte contemporânea que os museus exibem seja de artistas que já faleceram?
... " nascer é ser sequestrado e depois ser vendido como escravo"...
Que papeis jogam em sua trajetória as figuras de marchante, representante, galerista, e intermediários em geral?
... Seja seu próprio marchant, lembre-se do boi morto...
Que tipo de encomendas você costuma receber?
... Todas, do tipo encomenda$...
Qual de seus trabalhos é o que você mais gosta?
... O próximo...
Você coleciona algum objeto?
... todos que tenho como ter, ainda não posso ter todos que quero...
Que portais online de arte você freqüenta?
O que você aconselharia aos iniciantes?
... Ação! com atitude, acertada ambientalmente...

FOTOGRAFIA
Você tem uma galeria online onde possamos ver suas fotos?
Desde quando você faz fotografia, como começou a sua inclinação?
Desde que eu vi a possibilidade de guardar das máquinas isso eu tinha uns 12 anos, usava muito umas maquinetas chamadas LOVE, a gente devolvia com filme e máquina, era o cult da época.
Minha atividade de fotografo mesmo, sentindo, é de 17 anos em diante. Essa prática sempre esteve muito atrelada a minha carreira de pintor, artista plástico, imagista.
Durante um tempo eu fui agenciado e prestava serviços de documentação, isso dos 21 aos 26 anos, então larguei e trabalho como documentarista a convite, tipo especial, somente.
Sua formação como fotógrafo?
Dia a dia, na experimentação. Erros e tentativas.
Tenho uma base mais teórica do tempo da universidade, paguei fotografia em Publicidade, com Chico Canhão.
Qual é seu tipo de fotografia preferido?
Paisagens, a perde de vista, profundas.
Retratos, espontâneos e muito bem ampliados.
Documentos, estou agora louco por Scanners.
O que você tenta expressar em sua fotografia artística?
Convicção de memória, a fotografia questiona a autenticidade das imagens.
Como você escolhe seus temas?
Pelo sentimento.
E por encomenda... como um tipo de achado.
Você costuma fotografar com um propósito em mente, ou se deixa levar mais pelas oportunidades que surgem?
Já fui de um tempo em que pensávamos muito em termos do custo da fotografia, tipo os negativos e filmes e seus preços, então na ampliação, era norma o dilema... o que vamos dá vida, ampliar, o que não vamos.
Felizmente com a tecnologia digital não temos mais esses problemas de quantidade de exposições, tudo será visto, de forma limpa e sem supérfluo, editamos as imagens sem marcas na paisagem, sem químico, num micro qualquer de boa tela.
Para se ter uma idéia eu tinha rolos inteiros de negativos que a ampliação tradicional nunca alcançou, lá guardados, com um tempo extra eles estão virando imagens palpáveis. Vindo para a luz da leitura. O engraçado é que as vezes estou fazendo um retrato de um cliente e sem querer começo a pensar por instantes em termos de cromos e filmes e a ser cuidadoso e mesquinho como antigamente, de repente me toco e... podemos, com cartões de memória, ser muito fartos muito seção de fotos...
Descreva seu equipamento atual.
Depende do cliente, sempre prefiro usar a melhor lente no corpo/máquina mais prático.
É que tenho umas predileções em termos de equipamento visando ao tema/ trabalho, então alugo máquinas ou tomo emprestado, tenho somente uma Leica R-8 e uma Lumix Panasonic com a lente da Leica, bem versátil pra os instantes do dia a dia.
 

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Renato de Melo Medeiros
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© Renato de Melo Medeiros
Endereço web desta entrevista: http://www.whohub.com/renatodemelomedeiros
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