A primeira vez que escrevi,além "das coisas escolares", foi uma histórinha
de duas páginas (está guardada), eu tinha oito anos.
*Muito tempo depois......começei a ler.
Desde criança, sempre gostei de ler.Eu tenho uma profissão que as pessoas ficam muito à vontade para falarem sobre suas histórias.Eu adoro comédia e, acho que tudo na vida tem um lado engraçado.Então começei a escrever contos, todos são reais, com uma pitada de ficção para deixá-los mais engraçados.Eu tenho um blog http://ninatitia.blogspot.com nele eu coloquei alguns contos, mas parei de publicar pois tenho muita vontade de lançar um livro. Mas adoro escrever e tenho muita falcilidade.Descobri isso aos 35 anos, e olha que sempre achei que não tinha dom algum.
Diários quando era menina. E somente em 2005 foi que fui sacudida pela poesia. Nunca tive leitores vorazes em casa quando criança, um castigo foi que me dispertou para a literatura e desde então vivo com esse prazeroso castigo.
Comecei a escrever com dezessete anos. Nunca ninguém leu histórias para mim. O meu gosto pela leitura começou quando entrei para a escola. Eu tinha então sete anos.
Desde criança que gosto de escrever. Fazia contos, principalmente. E cartas.
Comecei a escrever por palavras avulsas que vinham à minha mente! Ninguém lia pra mim!
Talvez tenha sido o desafio. Tive dificuldades de alfabetização. Dificuldades com o alfabeto e com as palavras. Sempre comi as sílabas e ainda as como. Eu, gulosa com as letras, tranformava qualquer palavra com mais de três sílabas em outra. Programação em programão. Faço isso até hoje. E releio para achar o sentido. Quase sempre acho que a palavra nova que criei para aquela frase, embora não faça sentido algum, tem mais sentido que a palavra original. É assim que eu escrevo: penso numa palavra, escrevo uma outra que me escapa - um paraíso para os psicanalistas - e então eu volto para ver o sentido que ficou ausente. Encontro e reescrevo de forma com que os outros possam ler sem os meus engasgos. Nem sempre consigo já que sempre há uma palavra que não combina no meio do texto. A origem exata de tanto troca-troca não tenho como saber, resquícios das palavras que consumi nesses anos todos. Embaralharam. Minha mãe sempre leu por mim, e lê até hoje, para me avisar dos tropeços e para rir das minhas letras autofágica que estão longe de uma literatura marginal ou pulp ou algo que o valha.   | | |
quando acontecia coisas tristes eu escrevia o ocorrido em um caderno.tinha uma vizinha na minha infância que contava histórias maravilhosas.
Comecei, assim como a maioria dos que escrevem por comichão, pelos poemas. Por incrível que pareça, o primeiro poema me aconteceu depois de ter visto um filme da Sessão Da Tarde no ano de 2001. Tenho esse dia como data zero de minha Era. Desde então fiz sete cadernos de poesias, quase todas brutas, retiradas à flor da terra. Hoje procuro lapidar.Os contos são recentes, menos de um ano.
Caetano Veloso, Chico Buarque e Vinicius liam para mim. Mas isso foi depois do primeiro poema, então as palavras começaram a fazer outro sentido, me sentia não um espectador deles, mas um cúmplice.
ATRAVEZ DE MINHA MAMÃE.MINHA MÃE
Sempre assiti muitos filmes, e também leio muito, um dia comecei a escrever algumas histórias e hoje tenho dois livros que preciso terminar.
Em costume estou sempre escrevendo... será sempre como uma oração pra mim. Escrevo principalmente todas as vezes que vou dormir. Como na tradição, "dormindo tá morto.." depois do sono eu leio e recomeço a minha lida, meus sonhos se ajustam, minha oratória melhora.
Esses pequenos versos, em bilhetes, remontam meus anos.
Eu tenho a lembrança que Chaguinha, minha prima, era uma excelente leitora de contos populares, me fazia as vezes ir ao drama, tipo chorar. E minha Vó Francisca contava tradicionais/folks estórias, isso, pra mim também conta como leitura.
Ler mesmo é um exercício, tenho livros herdados, limpo voluntário bibliotecas desde os 12 anos, meu pai me trazia livros... nisso dá sempre muita história.
Escrevo desde que me alfabetizei. Mas a paixão pela escrita começou na adolescência e ganhou força na juventude. Escrevo para me libertar de estados psíquicos, para expressar meus sentimentos.
Escrevo para alguns jornais, revistas eletrônicas. Minha mãe acompanha cada texto meu, é, sem dúvida, minha leitora fiel
MEU PAI
Q FAZ 15 ANOS Q FALEÇEU
Comecei a escrever no segundo semestre do ano de 2008. Minhas amigas sempre me liam, me davam força, diziam que eu escrevia bem e que deveria publicar meus textos. Desde então, vivo pra escrever. |