99696 entrevistas criadas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 





Com uma câmera em cada telefone, cada cidadão se transforma em um correspondente?
 
Whohub


Sem dúvida!!!
Pena que as pessoas ainda não se tenham apercebido dessa realidade.
 


Cada cidadão pode transmitir uma notícia. O que torna a informação mais pluralizada. 


Não. Para se transformar em um correspondente é necessário as técnicas apropriadas ensinadas nas faculdades de jornalismo. Apesar de muitos blogs e sites sem profissionais adequados aos padrões jornalísticos. 


Não. Se isso for verdade, qualquer pedreiro bom de matemática seria engenheiro. Um pintor de rua seria designer. Um dono de quitanda seria administrador de empresas. Toda enfermeira seria médica. Favor não confundir os profissionais. 


Sim. certamente. E com isso deixa para bem longe a tal e têmida sensura. 


Acredito que sim, já que a notícia precisa apenas de uma testemunha fiel aos fatos. 


Mais ou menos. Quando o cidadão cede imagens ou informações sobre um fato que presenciou, ele está colaborando com o notíciário, e isso se chama Jornalismo Cidadão. Pode até ser considerado um tipo de correspondente, mas não um jornalista, uma vez que este último organiza as informações, traduz da melhor forma e direciona para uma exposição adequada, analisando todas as consequências. 


Com o crescimento da convergência midiatica pode se dizer que sim. 


Depende do que se entende como correspondente.
Na minha opinião, muito mais do que uma câmera em cada telefone, é preciso responsabilidade, ética e credibilidade na difusão de informações, para que se garanta assim a sua veracidade. Se qualquer um, com uma câmera em um telefone for divulgar o que bem quer, logo veremos o sensacionalismo e imprensa marrom tomando conta dos meios. Por isso, acredito num profissional bem formado para essa atividade.
 


Não propriamente. Técnicas e intelecto ainda são diferenciais dos profissionais. 


Não. O fato de ter uma câmera e um telefone não faz de uma pessoa um especialista em comunicação. Essa seria uma informação leviana. Para além de possuir as ferramentas, é preciso ter embasamento teórico. Como dito anteriormente, um jornalista avalia, contextualiza e apura com fontes diversas antes de publicar/veicular. 


De certa forma sim, já que o alcance dos meios de comunicação às vezes é limitado. 


Sim, mas só se assim o quiser. Escrever/contar/filmar uma história demanda mais do que a ferramenta.

Com um computador em casa, todos viramos escritores?
 


Não. Não são os aparelhos tecnológicos que transformam um cidadão comum em um jornalista correspondente. É necessário um olhar crítico sobre a realidade a ser avaliada, o que só pode ser feito com qualidade por um profissional da comunicação. 



| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 | 37 | 38 | 39 | 40 | 41 | 42 | 43 | 44 | 45 | 46 |
<< ANTERIORES  SEGUINTES >>
 




      CONVIDA OS AMIGOS    Sobre Whohub  Normas de uso  FAQ  Sitemap  Buscar  Quem está online