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Com uma câmera em cada telefone, cada cidadão se transforma em um correspondente?
 
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Não. O fato de ter uma câmera e um telefone não faz de uma pessoa um especialista em comunicação. Essa seria uma informação leviana. Para além de possuir as ferramentas, é preciso ter embasamento teórico. Como dito anteriormente, um jornalista avalia, contextualiza e apura com fontes diversas antes de publicar/veicular. 


De certa forma sim, já que o alcance dos meios de comunicação às vezes é limitado. 


Sim, mas só se assim o quiser. Escrever/contar/filmar uma história demanda mais do que a ferramenta.

Com um computador em casa, todos viramos escritores?
 


Não. Não são os aparelhos tecnológicos que transformam um cidadão comum em um jornalista correspondente. É necessário um olhar crítico sobre a realidade a ser avaliada, o que só pode ser feito com qualidade por um profissional da comunicação. 


No frigir dos ovos, a resposta é sim. Se ele será bom ou mau correspondente é que são elas, por mais que se goste de falar mau das práticas jornalísticas elas ainda oferecem um certo patamar (mesmo que capenga) de compromisso com a exatidão, a pluralidade de opinião e a ética que é melhor que nada. 


Com as novas tecnologias mídias se tornam refém da velocidade em que fatos ocorrem e a necessidade de informar, fazem com que o cidadão se transforme em um correspondente, mesmo sem a qualificação técnica para produzir a matéria. 


De forma amdadora, isso é verdade. 


Não. Não são os aparelhos tecnológicos que transformam um cidadão comum em um jornalista correspondente. É necessário um olhar crítico sobre a realidade a ser avaliada, o que só pode ser feito com qualidade por um profissional da comunicação. 


sim, basta ter sensibilidade 


Desde que eles decida registrar fatos importantes e de relevância para o grande público, com certeza. É clara a necessidade de uma edição e verificação de conteúdos, mas contar com a população para a difusão de informação é fazer um jornalismo voltado cada vez mais aos interesses da própria sociedade. A internet traz consigo a possibilidade do direito do cidadão à informação e à participação nos meios de comunicação, como produtores de notícia. Se os grandes veículos de comunicação abrirem espaço para isso, como alguns já fazem, também estarão incentivando a cidadania e mostrando que o jornalismo trabalha para as pessoas e com elas. 


Com certeza. è bom tanto para o cidadão, que se torna um prestador de serviços, quanto para o jornalista, que consegue sua exclusividade. A tecnologia permite que cada cidadão faça a sua parte. 


Não digo como correspondente, mas como auxiliar na produção jornalística. O jornalista hoje é um organizador de conteúdo, não mais um produtor de notícia. O público que participa e envia fotos contribui ainda mais com essa nova característica, pois a partir de fotos ou vídeos caseiros, o jornalista pode dar mais veracidade ao fato e construir um recorte da realidade mais fiel ao fato e/ou acontecimento. 


Não sei se correspondente, mas ótimos colaboradores, sem dúvida! 


Pode ser que sim 



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