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Com uma câmera em cada telefone, cada cidadão se transforma em um correspondente?
 
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Não. 


Não. Acredito que para ser um correspondente, é preciso que se tenha formação de jornalista, pois são necessários conhecimentos de técnicas específicas, que só podem ser obtidas num curso de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. 


Tenho uma visão positiva sobre isso, embora tal fato cause tremor naqueles que ainda acham que apurar e difundir informação ainda é monopólio dos jornalistas. É claro que jornalismo é muito mais do que simplesmente um trabalho de captação e transmissão de um fato, mas as novas tecnologias da comunicação proporcionam a qualquer pessoa fazer recortes do mundo ao seu redor e sobre ele imprimir novos olhares, sem passar pelos filtros da grande imprensa.

Todavia, é preciso que o cidadão tenha consciência plena da importância das novas tecnologias para a democratização da comunicação, e não só apertar botões e sair distribuindo conteúdos aleatoriamente.
 


Depende do que se considera um correspondente. O leitor/ouvinte/expectador sempre pode sugerir, denunciar e trazer novos fatos até a imprensa. Mas não necessariamente estão preparados para o dia-a-dia e para saber exatamente o que e como os fatos devem ser divulgados. 


Não. É preciso que essa pessoa tenha um treinamento mínimo para saber filtrar a "sua" realidade. É preciso ser, antes de mais nada, um editor. 


O celular é uma arma a serviço do jornalismo. Além de ser prático é discreto. Não chama tanto a atenção como uma câmera profissional. Podemos passar como simples amadores. A qualidade da imagem não é muito boa, mas o que importa é a informação contida no quadro. 


Nunca! Não concordo com isso. 


Não sei se correspondente, mas um potencial comunicador. 


Ele transforma-se em uma fonte, mas o jornalista deve verificar todos os lados do fato, não acreditar apenas na fonte. 


Não. Jornalismo exige ética e, até certo ponto, técnica. Não é qualquer um que consegue, mesmo munido das ferramentas essenciais, fazê-lo. 


Não necessariamente,devemos excrutinizar as fontes(todas) que nos fornecem notícias,hoje com ferramentas como YOUTUBE,ORKUT dentre outras,precisamos estar atento aos oportunistas que muitos das vezes fazem de tudo para aparecer na mídia.
Porém ainda existem pessoas que de uma maneira colaborativa fazem um trabalho voluntário de forma ética e responsável.Quanto a serem transformados em correspondente,isto cabe aos responsaveís pela divulgação dos fatos,cremos que seria melhor chamarmos colaborador ouvinte,presente na oportunidade do fato ocorrido.
 


Isso é que todos gostariam, se o material fosse remunerado. 


Não, criamos o mundo imaginado por Orwell, o verdadeiro Big Brother. 


Com certeza o cidadão é a nossa maior fonte. NInguém escolhe a hora para um fato acontecer. Se tenho o equipamento e estou no lugar certo, porque não? 


Não, isso é um grande equívoco. Aliás, acho que uma das grande pragas do jornalismo atual é a maldita interatividade, que extrapola o bom senso. 



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