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Com uma câmera em cada telefone, cada cidadão se transforma em um correspondente?
 
Whohub


Isso é possivel,graças a acessibilidade das pessoas as novas tecnologias. 


Sim, com certeza. Com uma ferramenta de comunicação nas mãos, uma boa informação e um clique para a noticia, qualquer cidadão pode virar um correspondente. Esta uma realidade que nós como profissionais temos que usar a nosso favor e em favor do jornalismo e da comunidade. 


De certa maneira, sim!
Acredito muito na interconectividade dessa tecnologia convergente, que unifica equipamentos e amplia a utilização midiática.

Cabe a cada cidadão transformar o fato/acontecimento em uma linguagem adequada para cada tipo de mídia/meio. A busca pela tal linguagem jornalística fará a diferença entre correspondentes 'civis'.
 


Sim e já flagrei cenas do cotidiano que até a chegada de alguma câmera profissional, fatos importantes se perderiam com facilidade, porém, nem todos têm essa visão jornalística das coisas. Muitos circulam pela cidade, no entanto, sequer prestam atenção ao seu redor. 


Sem formação especializada, não existe o bom profissional. 


Certamente. E os jornais já sabem disso. 


Em correspondente não, mas cada cidadão pode melhor exercer seu direito de comunicar-se e informar. 


Sempre! Mas, sem esquecer que, por ser uma pessoa inserida no problema sobre o qual está falando, sua informação poderá ser tendenciosa, então continua a necessidade de um jornalista para mediar as partes envolvidas e descobrir a questão central do assunto. 


Não diria correspondente no sentido funcional das redações. O cidadão é incluso pelos novas tecnologias da comunicação, que hoje não se detêm apenas ao âmbito dos meios de comunicação. Ele está habilitado a transmitir as suas impressões ao mundo pela internet ou celular, se assim desejar. Pode postar em seu blog uma tragédia, antes do site de notícias. È parte integrante dessa nova ordem mundial e global da comunicação. 


Correspondente não, apenas um informante. Sem tecnica, mas informante. 


Não, porque você precisa saber o que fazer com aquela informação. 


Há quem pense que sim. Aliás, isso já acontece em muitos meios de informação. Principal problema: quem filtra as notícias? Quem as trata? Em nome de uma suposta liberdade de informar por todos os meios, há quem se esqueça que o jornalista tem na sua consciência deontológica uma ferramenta essencial para dar ao leitor a versão correcta dos factos. O que se vê na televisão não é necessariamente verdade. Há casos no passado, alguns deles lamentáveis, que o comprovam. 


Concerteza. O cidadão tem por função participar da sociedade. Se ele vê um crime e não denuncia, está sendo omisso, pode estar negando socorro, então, a pessoa 'comum' tem o direito de colaborar com a notícia e o jornalismo em si, seja da forma que achar mais conveniente: comunicando a polícia primeiro, depois uma redação ou registrando os fatos com uma câmera, sempre avisando o órgão competente antes. 


Sim. A comunicação conta com grande parcela de informações vindas do público para criar e fazer gerar um fato jornalístico. Por tudo, a câmara é um grande aliado que, inclusive, registra de forma indiscreta. 


Do ponto de vista de assuntos criminais sim, mas no que se refere a algo que toque em interesses de autoridades aí duvido. 



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