Com uma câmera em cada telefone, cada cidadão se transforma em um correspondente?
Sim.
Não, jamais. Para ser um correspondente é necessário muito mais do que isso. É preciso ser acima de tudo profissional. Para isso é preciso faro, talento, dom e conhecimento, o que leva um certo tempo para adquirir.
Cada cidadão pode contar o conto que bem entender. Não precisa ser chamado de correspondente. Nem os outros precisam acreditar no que ele conta...
Não é bem assim... É necessário ter "feeling"
Não. É possível que cada um possa colaborar com o processo de produção, mas não usaria esse palavra "correspondente". Cabe ao jornalista apurar a veracidade das informações. Acredito que o ganho que se tem é o acesso a novas fontes de informação e novas imagens que os veículos de comunicação nunca obteriam. Isto não quer dizer que cada pessoa é um jornalista, um repórter ou um correspondente.
Com certeza. Por isso que vi no celular uma das maiores invenções dos tempos modernos. E ele será o responsável por uma grande revolução nas transmissões, principalmente a televisao.
Numa linguiagem simples, sim. mas, no fundo eu penso que não. você pode até registrar algo insólito, gravar e enviar a mídia. mas, o trabalho sempre será amador e terá que ser repaginado. por isso a presença de um profissional, além de dar ganhos jornalísticos, cria o que nós chamamos de efeito moral, ou seja , traz credibilidade ao fato, e isso é primordial ao que vai ser relatado. Por isso vai depender muito do cidadão e o grau de instrução do mesmo para o fato gerado ganhar espaço na mídia, pois a forma com que vai retratá-lo interfere no produto final a ser "consumido" pelo público-alvo!
É claro que se uma pessoa for testemunha de um fato jornalístico, estando ele munido de celular com câmera ou uma câmera ou filmadora digital, com certeza, não perderá a oportunidade de registrar o ocorrido e ainda poderá ganhar um bom dinheiro, vendendo as imagens para as redes de televisão. Trata-se de estar no lugar certo, na hora certa, com o equipamento na mão.
Agindo com competência e paixão. Por que não?
A princípio sim,mas não um corresponde profissional,só quem estudou a fundo esta prática possui a capacidade de realmente passar a informação da maneira que deve ser passada ,pois estudamos todas as maneiras adequadas de agir em cada situação,não podendo esquecer que um correspondente possui uma grande responsabilidade diante a sociedade,é ele quem ajuda a formar opiniões.Fotografias qualquer pessoa pode tirar,o que vai diferenciar é a maneira que ela vai ser usada.
Não.
Não. Acredito que para ser um correspondente, é preciso que se tenha formação de jornalista, pois são necessários conhecimentos de técnicas específicas, que só podem ser obtidas num curso de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo.
Tenho uma visão positiva sobre isso, embora tal fato cause tremor naqueles que ainda acham que apurar e difundir informação ainda é monopólio dos jornalistas. É claro que jornalismo é muito mais do que simplesmente um trabalho de captação e transmissão de um fato, mas as novas tecnologias da comunicação proporcionam a qualquer pessoa fazer recortes do mundo ao seu redor e sobre ele imprimir novos olhares, sem passar pelos filtros da grande imprensa.
Todavia, é preciso que o cidadão tenha consciência plena da importância das novas tecnologias para a democratização da comunicação, e não só apertar botões e sair distribuindo conteúdos aleatoriamente.
Depende do que se considera um correspondente. O leitor/ouvinte/expectador sempre pode sugerir, denunciar e trazer novos fatos até a imprensa. Mas não necessariamente estão preparados para o dia-a-dia e para saber exatamente o que e como os fatos devem ser divulgados.
Não. É preciso que essa pessoa tenha um treinamento mínimo para saber filtrar a "sua" realidade. É preciso ser, antes de mais nada, um editor. |
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