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POLITICA

Que é o nacionalismo?
 
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É a priorização dos interesses da nação. 


Para mim é o mesmo sentimento de amor e cuidado que temos por nossa casa, Filhos e amigos. 


Propulsor do desenvolvimento, tanto quanto da tragédia. Em dosagens certas, é muito benéfico. 


Nacionalismo está para uma nação assim como um BOM pai esta para um filho. 


Um sentimento que pode ser positivo quando leva em conta o bem comum, e negativo quando é feito em nome do populismo. 


É o que deveria ser o patriotismo, mas isto inexiste no Brasil, onde a lei do "Gerson" ainda fala mais alto. 


Consiste em defender a política de seu país. Como a defesa dos interessas da nação. Diferencia-se de patriotismo que é o amor pela bandeira, pelo hino e etc...

Esse nacionalismo foi visto em demasia no Brasil no romantismo.
 


Um moeda. De um lado a estupidez do outro a mesma coisa. Uma moeda com 2 faces iguais. 


Nacionalismo é ter orgulho do pais que se Nasceu, amar sua patria 


É a exaltação da pátria mãe. Acho saudável quando não é exagerado ao ponto de achar que um cidadão compatriota seja melhor que outro nascido em uma nação diferente da sua. 


Patriotismo que é um dos valores a final, perdidos, no conceito das democracias de esquerda. 


Preferência determinada pelo que é próprio à nação à qual se pertence. 


Nacionalismo é ter nascido em um determinado país. Diferentemente da cidadania, que além do direito a votar e participar das decisões de sua comunidade, hoje adentra no que se chama cidadania participativa. 


Pergunta bastante ampla, cuja definição não é consensual, por isso me apoiarei Hobsbawn e Benedict Anderson - ideologias diferentes - para responder. Este autores discutem o nacionalismo relacionado à modernidade. Hobsbawn diz que nações e nacionalismos são produtos de uma engenharia social e de tradições inventadas, que constituem um conjunto de regras impostas e tacitamente aceitas e a nação compreende a melhor forma de exercício das tradições inventadas. Tais tradições estão ligadas a uma identidade com um passado, como definiu Johnson, bem como uma origem em comum, como pode ser identificado quando este autor expõe que “está é uma pátria individual; as fronteiras atuais foram traçadas há muitos séculos, e os seus antepassados já habitavam há uns dois mil anos aquelas mesmas plagas”. Por outro lado, Anderson opõe-se a conceitos, tais como o de “invenção”, pois estas comunidades imaginadas existem graças a uma espécie de “camaradagem horizontal”, que se deve muito mais a uma construção cultural do que política. Dessa forma, o que distinguiria as diversas nações seria a forma como são imaginadas e os recursos de que disponibilizam. No artigo Venceram dando tudo à pátria adotiva, por exemplo, Wallace expõe costumes no que tange às vestimentas de estrangeiros que foram tentar a vida em outra nação e passaram, aos poucos, a adotar os costumes locais e lutar por aquilo que mais se almeja neste novo ambiente, ou seja, o ideal americano. Ao longo do texto, o autor expõe situações pelas quais enfrentaram a família de tchecos na América e as diversas discriminações proferidas contra eles pelo fato de possuírem hábitos diferentes, uma outra forma de agir, moldados sob a perspectiva de uma outra identidade nacional.
Dessa forma,
 


Prefiro, como um bom Zunontee, responder a esta cruel pergunta. 


O amor sincero ao país e não uma ideologia de poder. 



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