Como você individualiza o ensino? Como você lida com os diferentes níveis dos estudantes de uma mesma aula?
Em turmas com quarenta, cinquenta alunos, isso, pra mim, é quase impossível. Mas, ao longo de um mês, o professor, sendo bem atento, consegue perceber a individualidade de cada uma daquelas criaturinhas com as quais ele está trabalhando, e aí fica mais fácil direcionar os comentários das atividades para cada aluno. Quarenta olhos lêem de diferentes maneiras os olhos oblíquos da Capitu de Machado de Assis.
Acho isso o mais complicado em minha profissão. Admiro quem consegue sempre planejar uma aula tendo em conta todos os níveis de aprendizagem. Minhas aulas são planejadas para que os exercícios sejam resolvidos coletivamente e em alguns casos individualmente, o primeiro é voltado para os que possuem mais dificuldade e o individual é para aqueles que estão em um nível mais avançado. Estes geralmente terminam antes e os coloco para auxiliar os demais colegas, mas sempre procuro os supervisionar nesta tarefa.
Inicialmente, passo atividade para o grupo todo, quando já estão trabalhando, vou identificando a possibilidade de utilizar um plano B onde se fizer necessário. Costumo reservar uma atividade lúdica ou interessante para disponibilizar aos alunos que terminam as lições antes dos demais.
prefiro a socializaçao do ensino pois em grupos o aprendizado ocorre com maior facilidade devido a empatia criado no grupo e alguns com maior facilidade de aprendizado ajudam aos com dificuldades.
Essa é a tarefa mais dificil para um educador, diante de tantos paradgmas eu vou fazendo o que posso para Conciliar o conteudo da aula as especifidades de cada um, e olha, que a heterogeinidade é grande. Já começo nas avaliaçães diagnosticas, anoto problema por problema em matematica e portugues, a partir dai vou planejando conforme as necessidades, mas é complicado, Tiro um dia na semana para aconpanhar os que nao sabem ler com cruzadas, jogos de ache e encaixe, dominós das silabas. No dia do meu planejamento tiro 1 hora para levar ao infocentro com atividades online. livros virtuais, quebracabeça, soletrando e outras atividades. Mas numa mesma aula com o mesmo conteudo é complicado, preciso de ajuda nessa questão ainda nao consigo com muito exito. Alguém pode me da uma dicas?
é preciso ter em registro o nível individual de cada um, para atuar com sucesso e deve se buscar uma diversificação de metodologias.
Somos distintos e temos que respeitar essas diferenças, avançar com aqueles que tem maior facilidade e retomar com os mais lentos.
Sabemos que não existe uma sala em que todos educandos tem o mesmo ritmo, sabemos que cada... tem sua história de vida, trabalho momentos com atividades para ensinar o que é grupo, tentando igualar os níveis de aprendizazagem, mas tenho que respeitar a individualidade, até mesmo por questões técnicas.Procuro atividades que estabeçam relações de amor e de prazer.
Por tratar-se de Ensino Médio e pré-vestibulandos tento sanar as dúvidas em aulas paralelas para que o conjunto possa trabalhar junto.
Bem esta é uma relaidade que vivo hoje e tenho trabalhado com oficinas de niveis e atividades de nivelamento da turma.
Partindo de uma conjuntura única de escravidão e desvalorização do ser humano. Onde somos opressores e oprimidos.
Mas a coletividade tem que ser buscada sempre.
Cada caso, um caso... O objetivo é que todos alcacem um mesmo nível, para isso é necessário que o grupo trabalhe entre si trocando conhecimentos, favorecendo o crescimento da turma como um todo, o conhecimento não deve ser propriedade de um ou de outro, ele só existe se é difundido, divulgado e distribuido.
Trabalho com a diversidade. Falo com eles sobre isso, sempre. É necessário, respeitar o "tempo" de cada um. Tento fazer com que percebam a unidade do grupo sem deixar de lado a individualidade de cada participante. Uns colaboram com os outros, quando se faz necessário. Óbvio que nem sempre se consegue obter os resultados desejados, mas a perseverança é um caminho longo, é preciso reforçar os conceitos com certa frequencia.
Isso no início foi difícil para mim, pois o projovem tem esse desnível de idade e conhecimento. Mas optei por fazer umas oficinas para que os grupos tornassem heterogêneos e uns ajudassem aos outros. Claro que acontece de um ou outro se inibir e não querer participar, mas aos poucos eles vão se introsando.
Tendo tolerância. |
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