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Como você individualiza o ensino? Como você lida com os diferentes níveis dos estudantes de uma mesma aula?
 
Whohub


Nem sempre se consegue individualizar o ensino. É possível organizar agrupamentos produtivos para que tenhamos sucesso na aprendizagem de todos/as na sala de aula. 


com atividades diversificadas, de acordo com cada nível de aprendizagem. Procuro sempre agrupar os que sabem menos com os que sabem mais, para que eu chegue ao objetivo esperado. 


Dentro da sala de aula as atividades devem abranger a todos os níveis, sou contra diferenciar- las, isso faz com que os alunos sintam excluídos.Procuro trabalhar em grupos, onde que tem facilidade ajuda os que tem mais dificuldade. 


Acho que no mundo que vivemos lá fora esses alunos nao terão uma tarefa diferenciada so porque há uma necessidade particular, nao diferencio as atividades, é a mesma para todas, mas a forma de trabalhar com este aluno sim é diferente, isso é constatado que alunos cm mais dificuldade de aprendizado acabam dando conta do conteudo cm ajuda de colegas de classe que eles tem mais afinidade, mas sempre gerencio para que este aluno faça algo e nao seja carregado pelo colega, 


Geralmente na educação básica esse tipo de situação é bem mais fácil de lidar, pois procuro ver os casos individualmente depois trabalho em conjunto as dificuldades apresentadas. 


Isso não é nada fácil. Porque durante as aulas você precisa generalizar as informações e às vezes não há tempo necessário para conhecer as necessidades de cada um. Mas conhecer é fundamental. Nos primeiros dias de aula é importante você se apresentar. Permitir que os alunos façam isso também e fazer alguma dinâmica ou atividade que os levem a registrar alguma informação sobre eles. Assim você já tem uma breve noção daquele aluno. Não é o suficiente, mas já dá pra iniciar e começar a se aproximar mais. É preciso quebrar o gelo. 


Procuro ficar muito atento as diferenças, procurando trabalhar as dificuldades individuais de cada aluno, seja em explicações diferenciadas, seja em tirar dúvidas, e utilizar várias formas de explicar a mesma coisa, nunca excluindo o diferente, mas incluindo. 


Com o BCCCV os diferentes níveis desaparecem, pois as dinâmicas de Letramento igualam os níveis no trabalho coletivo e na avaliação bcccvista com sete valores( diagnóstica, contínua, acumulativa, somativa, paralela, incentivista e somática). 


Variando a forma, estilo ou método de ensino. 


Envolvendo todos em um só processo de aprendizagem e atividades, onde o que sabe mais, ensino o que menos sabe 


Estimulando a interação entre os mesmos, respeitando individualidades e procurando ajudar a todos conforme suas deficiências 


Depende da matério. Posso:
- Criar circuitos diferentes
- Colocar bons a ajudar os que têm mais dificuldades
- Incidir a minha ajuda nesses casos
- Reforçar os feedbacks
 


Busco fazer da aula uma atividade onde seja possível níveis diferentes de aprendizado conviverem, pois, não faço da aula uma decoreba, e sim um processo de análise. Lógico, se um aluno se destaca dos demais, para um nível mais elevado, aproveito isso para montar monitoria usando este aluno ou alunos para que possa dar mais atenção aos mais fracos ou até fazer com que estes mais fracos possam começar a caminhar, porém sempre mostro aos alunos que esse caminhar não depende de mim. Se um aluno não quer aprender, fica muito difícil faze-lo aprender, se ele tem dificuldades, mas quer aprender, dou todo apoio e condição, porém, se ele não quer aprender tento mostrar que ele poderá ficar para trás caso não queira progredir.
Sempre mostro ao aluno que não depende de mim ensina-lo depende dele aprender, costumo dizer a eles que sou como um rádio falando, se quiser ouvir poderá saber noticias, ouvir música etc., porém, se não quiser nada, o radio estará falando, mas entrará por um ouvido e sairá pelo outro sem que ele apreenda o que foi ensinado.
 


Procuro passar atividades diferenciadas, que estimulem o que cada um, na sua individualidade, pode desenvolver. O conhecimento não é moeda e o aluno não é receptáculo, devemos respeitar seus limites, avaliando de que forma foi interpretada a informação e não se ela foi recebida como um todo monolítico. 


Faço atividades diferenciadas, e gosto do trabalho em equipe, um ajuda o outro. O aluno compreende melhor a linguagem utilizada pelo colega e acaba aprendendo mais. 



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