Como você definiria sua filosofia docente?
Ensinar é sempre esta aberto para novas aprendizagens, inclusive com os alunos
Ensinar para a Vida.
Mostrar que a vida é a grande esfera de sabedoria, que no nosso cotidiano, vivenciamos tudo que podemos ter. Ver uma novela, um filme, passar essa experiência para o aluno enquanto modelo de vida é o que eu uso em meu cotidiano de sala de aula.
A formação dos alunos não pode se limitar ao acúmulo de conhecimento histórico construído; acredito que promover o espírito crítico deva ser a prioridade na prática docente.
Tento trabalhar em uma perspectiva cartográfica, buscando acompanhar a paisagem em mutação que é o processo de aprendizagem dos alunos.
O conhecimento teórico deve ser aprendido em vistas de sua aplicação prático-social.
Humm... resposta difícil. Mas procuro ser um professor atuante, que fala a linguagem do aluno e que procura sempre corresponder as suas expectativas.
Qualidade de vida,respeito ao próximo,respeito ao país,cidadania.
Acredito que os alunos possam ser ativos e construirem seu conhecimento desde que tenham um professor mediando essa construção oferendo todos os subsídios necessários a essas novas descobertas e produção de conhecimento.
Holística. Integro na minha prática docente numerosas perspectivas e visões do ensino-aprendizagem. Seguindo práticas essencialmente construtivistas, responsabilizo os alunos pela respectiva aprendizagem. Geralmente, crio, periodicamente, um espaço na aula para discutirmos assuntos de cariz mais filosófico que ponham em evidência a utilidade dos conhecimentos relativos aos conteúdos programáticos para as suas vidas. Falamos sobre o ciclo da vida e da morte, da criação e da destruição, as emoções, física quântica, sexualidade, ciência, tecnologia e sociedade. Confesso que algumas vezes, há discussões muito acesas nesses momentos. Mas valem a pena! Ensino os meus alunos a criarem momentos de meditação e técnicas de comunicação das respectivas ideias ao mundo, desenvolvendo estratégias práticas em que usam as TICs e em que ponha em acção a sua própria criatividade. Em suma: vejo-me, como orientador do ensino-aprendizagem e os meus alunos como sistemas de criação e construção de conhecimento, nos quais interactuam diversas formas de inteligência.   | | |
Enveredo meu discurso acadêmico tentando articular ao máximo com a experiência de vida, minha, dos alunos, e da realidade onde habito, a Amazônia. Minha filosofia docente, nesse sentido, é sempre uma filosofia prática, calcada na realidade dos sujeitos. Abomino uma filosofia centrada apenas na erudição retórica.
A formação como educador nos exige constante aperfeiçoamento de técnicas e conhecimentos. Dessa forma, procuro estar conectado frequentemente aos últimos acontecimentos do mundo, no intuito de atrelá-los aos processos da natureza.
Quando nos referimos ao convívio dentro de sala de aula é notório salientar a necessidade de conectarmos a exigência com relação a disciplina e os estudos, à amizade com os alunos. Mesmo diante de casos que estão além de nossas possibilidades temos de lembrar que boa parte daqueles alunos, possuem famílias desestruturadas. O estado, por sua vez, não cumpre seu papel de amparo. Por isso, cabe a nós professores nos aproximarmos daqueles que pedem socorro no dia-a-dia.
espontanea e personalizada
Compartilhar inforamações com o próximo é a base para a construção do conhecimento.
Transformar-me e tansformar os outros.
Como docente penso que temos que auxiliar o aluno a gostar mais do aprendizado do que do ensino, valorizar mais o próprio esforço e enxergar no professor não um receptáculo de respostas, mas um guia na vida acadêmica... |
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