Que mestre ou mestra foi mais influente em você, e por quê?
Todos e todas! Ora como sendo exemplos positivos, inspirando minha prática; ora como referência do que é negativo na aprendizagem.
Tive muitos, mas os inesquecíveis foram meus pais: mestres na arte da perseverança!
Meu primeiro professor da Primária: brincava e ensinava ao mesmo tempo.
Alguns professores (poucos) do liceu: davam liberdade de racicínio, ouviam os alunos e eram bons no que ensinavam, como Luísa Cortesão.
O culturalmente (e não só) fumegante David Mourão-Ferreira, , os então jovens Mário Avelar e António Feijó e o brilhante e conturbado Poeta e Conferencista Joaquim Manuel Magalhães, sedimentaram na Universidade o percurso.
O inovador e criativo e "hacedor" Professor Albano Estrela (the bigest star of all), o "embirrento" Gaston Mialaret, o "cordato" Arturo de La Orden e os então assistentes e colegas António Nóvoa, Abílio Cardoso, clarificaram dúvidas e deixaram mensagens construtoras...
Leituras Platão e Aristóteles, de John Dewey, Ovide Decroly, Anton Makarenko, Céléstin Freinet, Carl Rogers, Piaget, Agostinho da Silva, Paulo Freire, Vygotsky, Edgar Morin e Ausubel, (e outros) compuseram o Ramalhete.
Minha professora do primeiro ano, acredito que por este motivo também me aperfeiçoei na alfabetização de crianças.
Minha professora de português da 8ª série, pois fez com que eu acreditasse em mim e visse que era capaz de ir longe.
A vida em sociedade. Sem sombra de dúvidas, me ensinaram a con-viver, a entender o outro,a exigir o respeito que dou,a dizer palavras que gostaria de ouvir, a nunca desistir, e lutar sempre pelo que amo,sem com isso atentar contra qualquer outro ser .
JOsé Mauricio de Carvalho, devido à sua dedicação na orientação; Leônidas Hegenberg, devido à sua experiência; Wanderlei Oliveira, devido à sua dedicação pela Filosofia da Educação, tema que me atraiu com maior eficácia.
Quando comecei o curso de História não tinha muita certeza do que ia encontrar. Como alguém que já chegou, em virtude da minha origem social, a pensar que "universidade não é coisa pra mim", logo encontrei em Paulo Freire lições fundamentais, principalmente quando ele nos ensina que podemos ser condicionados mas não determinados. A beleza de ser humano é que apesar dos condicionamentos podemos superá-los.
Dra. Vera Lúcia Valente, minha orientadora de bachrelado. Ela sempre buscou usar recursos multimídia e é extremamente competente e humana.
Em primeiro lugar minha mãe, porem no curso de Magistério tive uma excelente professora de Filosofia da Educação que muito me marcou pela maneira com que ministrava a disciplina. hoje como fonte de sustentação do meu trabalho pedagógico busco constante respaldo em Paulo Freire que foi um nordestino obstinado que marcou para sempre a educação.
Paulo Freire tornou-se uma grande referência em minha vida desde o magistério. No círculo mais íntimo, me espelhava muito em uma professora de História que introduzia maneiras práticas de aplicar o conhecimento histórico na vida cotidiana. Ela montou jornal na escola, onde eu escrevi crônicas. Incentivava a criação e ia além do conteúdo exigido. Outra professora que me marcou foi na faculdade. Ela tinha 34 anos de profissão e era apaixonada pelo que fazia. A gente via nos olhos dela o quanto ela gostava da profissão.
Foram vários, porém, aqueles que mais me marcaram não tiveram o intuito primordial de apresentar ou incutir os conceitos pré-definidos de um livro, manual ou uma apostila, mas sim, expor fatos e conhecimentos gerais (sem prejuízo dos técnicos) que pude utilizar tanto em minha vida profissional, como em todas as minhas relações pessoais.
Os mestres com quem tive o privilegio de estudar foram ótimos,seria uma injustiça citar nomes.
Paulo Freire, porque ele aprendia e ensinava ao povo, todos eram aprendizes e mestres.
Professora Lísias, por ajudar a abrir os olhos pro mundo. |
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