Que experiências do passado o levaram a dedicar-se a isto? Como se despertou em você a vocação educadora?
Desde jovem tinha uma inclinação à didática e a métodos de ensino. Sempre amei palestrar e explicar as coisas as pessoas. A cultura sempre foi libertadora, por isso sempre gostei de levar conhecimento às pessoas, para que também se sentissem livres.
Entre atuar como engenheiro e ficar na universidade, resolvi fazer o mestrado e escolhi ser professor.
Eu sempre cresci querendo estudar e ensinar os outros, pois via meus colegas desmotivados e sem interesses pela educação. Lutei muito, batalhei e estudei muito para chegar aonde eu estou, com os meus conhecimentos tento levá-los para aqueles que não conhecem ou que não querem ter conhecimento. Estou sempre disposto a contribuir com o desenvolvimento intelelectual das pessoas, sejam elas quem forem.
minha era professora de Língua Portuguesa, de escola pública, e achava aquilo lindo!!
Eu não gostava de Educação Física, muito menos de escola, sempre fui um aluno rebelde... Mas como na adolescência eu praticava Karatê e queria dar aulas precisei fazer a faculdade, porém, na minha época de estagio em escolas acabei me apaixonado...
A partir do momento passei a me interessar cada vez mais pelo tema Educação (de forma ampla mesmo e não só Educação Física).
Eu sempre gostei de ensinar.... qualquer coisa.... a fazer um tapete... fazer receitas... dar aulas... usar computador... e assim por diante.
Este ano tive uma crise muito séria e estou de licença e desde este dia tenho dor sem parar...
A crise é da hérnia de disco e das mãos da é a síndrome do túnel do
carpo. Fui no Dr. Gléber (fiz raio X e ressonância) tomei medicamentos e injeções por dez dias e nada de melhorar ele me passou para o Dr Jean pois ele é neurologista, fui nele com a intenção de fazer a cirurgia mas ele pediu eletroneuromiografia das mãos e das pernas. Pois ele só faz cirurgia com estes exames em mãos, aqui em Anápolis o exame só teria vaga em agosto pois o médico vem de Goiânia, e como eu não estou aguentando mais tanta dor o James meu marido me levou em Goiânia, pagamos particular para levar o resultado logo, pois o exame aqui em Anápolis eu só faria em agosto.
Pegamos o resultado e levamos para o médico ele disse que além do meu quadro estar grave que estou com Polineuropatia periférica sensitiva motora, isto estou com uma inflamação em todos os nervos do pescoço para baixo até os pés e que é muito grave e tem que fazer tratamento de medicamentos e que leva de 6 meses a 1 ano e meio para sarar esta inflamação e que é agora tenho que ficar sem trabalhar, eu tomo os remédios que me dão reação eu não durmo, meu coração fica disparado, me dá vontade de chorar, fico mal humorada e meu corpo fica todo mole não consigo sair do lugar ...
E então ele me deu atestado para ficar sem ir o mês de junho e em julho vou ter férias para ver se acostumo ao medicamento se eu tiver melhora em agosto vou trabalhar e continuar o tratamento se eu não conseguir trabalhar ele vai dar um atestado de afastamento por mais 6 meses.
Tudo depende dos medicamentos.
E só vou poder fazer a cirurgia depois que sarar a polineuropatia...
Eu não consigo fazer nada fico só deitada e um pouquinho que vou no
computador morro de dor...
Eu tenho hipotiroidismo, diabetes....
E tudo isto desencadeou pois estou fazendo Mestrado e quase terminando...
Mas está muito difícil...
Eu estou tão mal que parece que a luz da alegria de ensinar se apagou...
é horrível eu nunca tinha sentido isto antes...   | | |
Simplesmente adoro ciência, e ensinar é uma maneira de fazer ciência e divulgá-la. E é muito estimulante ver o brilho nos olhos dos alunos quando descobrem coisas novas sobre "a vida, o universo e tudo mais".
Fui trabalhar em uma escola na secretaria e acabei gostando do trabalho das professoras com seus alunos, era muito dignificante ver as crianças aprendendo e se desenvolvendo.
Sempre gostei de ensinar. Quando era pequena adorava brincar de escola! Mas só despertei mesmo p/ essa área tardiamente. Fiz primeiramente arquitetura p depois me decidir de vez pela educação.
As experiências, foram principalmente as em sala de aula, como aluna, tinha sempre professores muito bons, competentes, que realmente faziam com que me interessasse pela profissão. O fato de gostar de crianças e me sentir perfeitamente bem ao lado delas é o que realmente penso ser o ponto principal do despertar da vocação em mim.
Ter fundado o CLIP - Colegio Luso Internacional do Porto
Tive um professor de geografia que despertou em mim esse gosto pelo tema.
Sou "descendente" de uma leva imensa de professoras. Todas as irmãs da minha mãe, incluindo a própria, fazem parte do corpo docente. Durante o Vestibular, diante da dúvida por qual profissão seguir, optei por aquela que desde a ensino fundamental despertava em mim um interesse muito grande: a área das Letras - apesar de ter "corrido" da sala de aula "como o diabo corre da cruz". Durante quase todo o curso da graduação, trabalhei em outras áreas, distantes do professorado o máximo que consegui. Quando, enfim, no sexto período da Letras, resolvi assumir meu curso (até porque nenhum estágio mais seria possível), descobri satisfeita aquela que hoje é minha carreira: ser professora! E desde então venho colhendo os doces e as amarguras daquela que considero a mais importante (muito embora bem pouco valorizada) das profissões.
Sempre gostei de trabalhar com crianças, despertou este gosto por educação naturalmente. nem sei como começou, sempre estive envolvida na educação.
Paixão por leitura e por ensinar |
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