DIREITO
Como se vende a um cliente a estratégia que você ideou para seu litígio?
Simples,Clara e Objetiva
Explicando de forma clara e ética como ganhar a ação
Nos casos em que atuo, não teno clientes, geralmente trabalho através de associações e a pedido destas.
Com argumentos jurídicos
Explicando, de forma simples e acessível o que é e o que acontece em um processo, bem como o que será necessário para garantir o sucesso da causa.
Em direito não se inventa. Em geral há casos análogos e, estudando a jurisprudênca muitas vezes conseguimos oferecer um prognóstico do resultado. Mas ainda assim, a regra é que cada caso é um caso.
Ainda não concluí o curso.
Expondo a ele os argumentos necessários a solução da lide.
costumo fazer isso com apresentação pessoal para o cliente
Persuasão
Sempre esclareço os pontos positivos e negativos de cada caminho a ser seguido dentro do processo. A escolha final é do cliente.
Tem que sempre explicar e manejar o assunto de acordo com as idéias, mostrando de forma clara e precisa, afinal, estamos explicando para leigos.
Tem um advogado amigo da minha mãe que sempre diz: A verdade é o melhor caminho. Faremos o impossivel para que o possivel se torne realidade.
Nunca venda ilusões ou mentiras. Venda confiança , segurança e certeza.
Conheça bem o teu cliente , os fatos envolvidos , os pontos de defesa ou acusação antes de se envolver num caso.
Apos consulta paga, são lhe orientados os pos e os contras do litigio, e qual a probabilidade de sucesso, respeitado o forum competente. Alem de serem demosntados alguns de nossos sucessos.
Com honestidade. Se o sucesso será possível estimo os riscos. Caso a chance de sucesso seja ínfima, esclareço.
Não se vende. Um operador do direito não comercializa resultados. Não é o advogado que decide a estratégia, salvo que esta seja única. O correto é mostrar os caminhos, e explicar o entendimento juresprudencial atual para os que percorrem aquele caminho. Pelo correto, o cliente mostra o problema, deseja a solução que lhe satisfaz, e o operador do direito tenta atingir essa "justiça", medida com a régua do cliente. Não é o advogado, criando uma estratégia que ainda careça de convencimento do cliente, que vai fazer justiça, pois o entendimento do justo, é pessoal de cada um. |
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