Entrevista a:Aline Cristina [temp83081]
JORNALISMO
 | Qual é sua especialidade? De que assuntos você trata? Assessoria de imprensa. Trabalho também com jornalismo cultural [sobretudo cultura popular], redes sociais e jornalismo político. |
 | Em que meios você trabalhou? Já trabalhei com internet em acompanhamento a mídias digitais, com TV e com impresso, mas não na mídia tradicional: elaborei cartilhas sobre cultura popular, por exemplo. E também já realizei exposições fotográficas. Enfatizo que minha área de atuação de rotina é mesmo a assessoria, ou seja, não lido diretamente com esses meios. Somente em casos específicos. |
 | Um endereço web onde possamos ver algo sobre você? vouvercris.blogspot.com |
 | O que é noticia? Notícia é algo que pode reverberar informações sobre algo notório, para a sociedade em geral. A notpicia pode ser factual ou atemporal. |
 | O que é para você a objetividade? Ser simples, direto. |
 | Qual é a melhor manchete que você leu? Dilma presidenta |
 | Qual é a manchete que você gostaria de ver algum dia nos jornais? Brasil alcança patamar de IDH de primeiro mundo |
 | Que jornal você compra aos domingos? Onde você o lê? Leio jornais regionais. A distribuição [e acesso] de nacionais, infleizmente, é escassa em minha cidade |
 | A liberdade de expressão acaba onde começa a linha editorial da mídia? Não. A liberdade de expressão acaba quando algum fator político interfere. É possível ter liberdade de expressão mesmo com uma linha editorial pré-definida. Aliás, se você se encaixa na forma de ver da sua mídia [o que deve ser o esperado, já que tupou trablhar lá], você poderá se expressar, dentro do que foi estipulado. |
 | O jornalismo de analise e investigação está se perdendo? Infelizmente. O factual tem superado o investigativo. |
 | Com uma câmera em cada telefone, cada cidadão se transforma em um correspondente? Não. É preciso ter técnica para repassar um notícia. Nem todo mundo se adapta a essa função, facilmnte. |
 | Como você explica o auge do jornalismo dedicado ao show business? O mercado, indepentemente dos país de origem, tem cedido ao show business. É um jogo inevitável, essa coisa do jornalismo enlatado, vendável. Hoje você compra e vende notícia com mais voracidade do que há algumas décadas. |
 | Qual é sua posição sobre o direito dos famosos a sua intimidade? Total acordo. Todo mundo tem que ter a sua intimidade reservada, desde que não simbolize escândalo político ou sonegação de impostos. Uma pessoa famosa não deve ser vista como sucetível à carnavalização. |
 | O que você pode nos ensinar sobre a arte da entrevista? Ouça todas a fontes: primárias, secundárias, terciárias. Isso fará a matéria completa e com o foco que você deseja utilizar. Cheque as suas informações. Nada é mais ridículo do que "achismos". |
 | Pessoas famosas que você entrevistou Nenhuma a nível nacional, além do Zeca Baleiro e Mestre Antônio Vieira. |
 | O jornalismo blog está revolucionando a profissão? Não diria "revolucionando". É só um acompanhamento em relação ao que há de mais moderno. É uma tendência, digamos assim, esse imediatismo dos blogs. Mas, para aprofundar minha matéria sempre recorro a algo especializado, sem sombra de dúvida. |
 | O jornalismo de papel desaparecerá? Nunca! |
 | O que você pensa de imprensa gratuita que se distribui nas cidades? Democrática |
 | Qual é o livro que você gostaria de escrever? Não tenho essa ambição |
 | Algum lema ou principio ético esclarece suas decisões em momentos de confusão? Não estar na confusão já é um bom começo. |
 | Que conselho você dá a alguém que acaba de sair da faculdade e quer se introduzir na profissão? Dedique-se. Há sempre espaço para os bons profissionais. |
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